PRESIDENTE DO SINPOL-RS FAZ VISITA NA 3ª DPPA

Mário Flanir (Presidente do SINPOL-RS) e a Delegada Elisabete Scopel (titular da 3ª DPPA). Foto: Miguel Noronha

O Presidente do SINPOL-RS, Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do RS, Mário Flanir, esteve nesta terça-feira, 10/10, na 3ª DPPA visitando os colegas policiais Aline Lima (Escrivã de Polícia), Márcio Vietti (Inspetor de Polícia), Alex Curcio (Escrivão de Polícia) e a Delegada Elisabete Scopel. Neste evento foram entregues a 3ª edição da revista do SINPOL-RS, com matérias de interesse da categoria. Os agentes policiais e a delegada indagaram sobre a possiblidade de algum reajuste durante este ano, como resposta foi comunicado que a posição do Núcleo do Governo do Estado, conforme já noticiado, é de não conceder qualquer reajuste em 2023. O Governo afirma que provavelmente, se houver reajuste será no ano de 2024, alega já estar no nível do teto prudencial da Lei do Regime de Responsabilidade Fiscal. Apesar de tal explicação, a Direção do SINPOL-RS, contesta tal posicionamento, visto que o Governador Leite procedeu em renúncia fiscal que chega a cifra de R$ 13,7 bilhões, gerando uma perda de 21,8% da receita bruta de arrecadação do Estado, entre os períodos de janeiro de 2015 até dezembro de 2022, gestões que iniciaram no Governo José Ivo Sartori (MDB) chegando até o atual, Eduardo Leite (PSDB). Estes dados estão registrados no site do DIEESE, publicados em 12/07/2023. O descontentamento e a indignação dos policiais que trabalham no plantão da 3ª DPPA, foi unânime. Na oportunidade o presidente do SINPOL-RS, afirmou que não haverá descanso perante o Governo do Estado, em pressioná-lo para atender as demandas da categoria: promoções já atrasadas, paridade e integralidade, resgate da simetria entre comissários e capitães, reajuste ou reposição geral para todos os policiais (Delegados, Comissários, Inspetores, Escrivães e Investigadores de Polícia).

Por fim, Elisabete Scopel, reconheceu que os seus estudos apontados sobre as consequências negativas na saúde mental dos servidores policiais, registrados na 3ª edição da nossa revista, é muito importante. A Delegada argumentou que a falta de respeito, o não reconhecimento profissional dos homens e mulheres policiais praticados por Governos, são elementos responsáveis pelo esgotamento físico e mental dos operadores da segurança pública que atuam na Polícia Civil Gaúcha.

“Observamos que em discursos proferidos por autoridades na área da segurança pública, são reconhecidos o trabalho de excelência dos nossos policiais em defesa da sociedade rio-grandense, entretanto, não são acompanhados de ações efetivas e concretas de valorização salarial da nossa categoria. Já estamos no limite em suportar discursos vazios”.

Mário Flanir

Presidente do SINPOL-RS

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